sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Já desejou só fazer as coisas? Não para as pessoas verem, não para “aparecer”, não para chamar atenção. Só por fazer? Fazer por você, pra você? Já desejou se esconder para poder sorrir, ou abraçar um travesseiro para poder chorar? Mas só, apenas na própria companhia. Sem abraço, sem palavras. Somente o próprio silêncio das interrogações, da falta, da saudade, da incompreensão. Já desejou que as lágrimas parassem de cair, enquanto estava no banho? E que as letras das músicas parassem de machucar e só fizesse sentido? Já desejou não querer tanto uma única coisa? Que não doesse tanto todos os dias.
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