A tempestade passou, hoje consigo ver as coisas de uma forma mais clara, creio que não só eu, porém ambos conseguem.
Longe da raiva, das lamentações, vi que pude aprender muito com o passado, por mais que aceitar isso muitas vezes fira o meu orgulho...
Mesmo me julgando forte, superior, descobri que em certos momentos vou contra aos meus próprios principios,e hoje, não me envergonho em lhe pedir desculpas por inúmeras vezes te lhe julgado como um erro em minha vida, ou como um nada; na verdade toda vez em que eu dizia isso, meu coração implorava para tê-lo ao meu lado, eu lhe culpei, sim lhe culpei por consequências que não existiam donos, e me culpei também, mas que culpa temos se nossos caminhos foram outros?
Quando sai daí prometi a você e a mim mesma que apagaria tudo, e qualquer tipo de lembrança que me levasse a você, foi o que eu tentei, algumas lembranças confeso que já nem existem mais, a memória vem falhando com o passar dos dias, mas outras faço questão de mantê-las, não sei o porque, mas negando o meu passado, estarei negando a minha própria história.
Lembra-se: FELICIDADE SUPERFICIAL E INCOMPLETA?
Então, nos contradizemos mais um vez, certo? Hoje de uma forma mais madura, exata, eu posso novamente lhe dizer: Sua felicidade é a minha felicidade, na verdade não só a sua, mas de todos ao meu redor, o que tanto eu julguei em você veio até a mim: Ter a necessidade de fazer as pessoas felizes por mais que isso custe a minha própria felicidade, que coisa né?
É, e eu realmente te amei, de uma forma que até hoje não encontro explicações, surreal, foi uma história complicada, mas foi uma das mais raras e mais bonitas. Eu criei um conto, eu vivi dentro desse conto, e nesse conto não importava distâncias, não importava as pessoas, não importava se a conta do telefone ia vim cara, só queríamos ouvir um ao outro, saber como tinha sido o dia para ambos, nesse conto sonhavámos em dormir e amanhacer de mãos dadas, afinal não existia encaixe melhor, e também erramos. Sim fizemos muitos planos, muitos, talvez esse tenha sido um dos nossos maiores erros, porém, porque não dizer que esse conto foi real?
E como todo conto, tivemos um fim, “felizes para sempre” seria um termo inadequado, mas achamos nossa felicidade em outro lugar, em outras pessoas talvez, e por mais que você tenha me mostrado a saída antes, um belo “EXIT”, acho que só agora poderei usá-lá, sem culpa, sem culpar, sem raivas, e agora com clareza e sem lamentações: Cuide-se, fique bem, adeus!
E como todo conto, tivemos um fim, “felizes para sempre” seria um termo inadequado, mas achamos nossa felicidade em outro lugar, em outras pessoas talvez, e por mais que você tenha me mostrado a saída antes, um belo “EXIT”, acho que só agora poderei usá-lá, sem culpa, sem culpar, sem raivas, e agora com clareza e sem lamentações: Cuide-se, fique bem, adeus!
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